sábado, fevereiro 19, 2005
Fim de Campanha
Numa altura em que o silêncio tem que imperar, o único apelo que aqui faço, é que amanhã exerçam o vosso dever cívico, e votem!
terça-feira, fevereiro 15, 2005
segunda-feira, fevereiro 14, 2005
Moment of Zen
Carlos Cruz : "Não sou pedófilo, nem pederasta nem homossexual. Desde que me conheço sempre fui heterossexual e sexualmente activo"
Ray Charles domina Grammy's
Ray Charles foi o grande vencedor da 47ª edição dos Grammy, ao arrebatar oito categorias nos prémios atribuídos pela indústria norte-americana da música, numa cerimónia que decorreu em L A.
O cantor negro e invisual da «soul», que faleceu em Junho aos 73 anos, dominou por completo esta edição.«Genius loves company», editado a título póstumo, foi considerado o melhor do ano.
Ray garantiu ainda a vitória na categoria de melhor single com «Here we go again», um dos doze duetos do álbum, a meias com Norah Jones, que quando recebeu o prémio disse que isto mostrava «como a música pode ser maravilhosa».
O prémio de revelação do ano foi atribuído aos «Maroon 5», que deixaram para trás, surpreendentemente, a britânica Joss Stone, ao passo que Alicia Keys alcançou apenas metade dos oito prémios aos quais concorria.
John Mayer assegurou a vitória na categoria de melhor canção com «Daughters», bem como a melhor interpretação masculina, ao passo que o rapper Kayne West garantiu três dos 10 prémios, incluindo o melhor álbum de rap com «The College Dropout», a sua obra de estreia.
Referência ainda para os U2 que venceram a melhor interpretação rock (grupo) e a melhor canção rock, graças a música «Vertigo», incluída no último álbum do grupo «How to Dismantle an Atomic Bomb».
O ex-presidente americano Bill Clinton venceu na categoria de melhor álbum recitado somando o segundo Grammy da sua carreira com a sua autobiografia «A minha vida».
Destaque ainda para a apresentação de uma interpretação especial da música «Across the Universe», dos Beatles, interpretada por nomes como Bono, Stevie Wonder, Norah Jones e Alicia Keys, e que tem o objectivo de recolher fundos a favor das vítimas do maremoto de 26 de Dezembro..
quinta-feira, fevereiro 10, 2005
Moment of Zen
Prince Charles said he and his wife-to-be(Camilla Parker Bowles) were "absolutely delighted" at their engagement...
When offered congratulations as he entered Goldsmiths' Hall in London for an engagement Thursday morning, he said: "Thank you very much, you're so kind." He added: "I am very excited."
Os Programas..
Programas dos partidos candidatos às eleições de 20 de Fevereiro :
Bloco de Esquerda: http://www.bloco.org/pdf/programa2005.pdf (ficheiro pdf 676Kb)
Coligação Democrática Unitária : http://www.pcp.pt/ar/legislativas05/programa-eleitoral/programa-eleitoral.pdf (ficheiro pdf 491Kb)
Partido Popular : http://www.cds.pt/legis/menu.htm
Partido Social Democrata :http://http://83.240.139.5/psdleg/cmgestao/include/imagedisp.asp?id=1892&save=1 (ficheiro pdf 2429Kb)
Partido Socialista : http://www.ps.pt/bases/bases_programaticas.pdf (ficheiro pdf 1579Kb)
O Colunista também faz serviço público..
domingo, fevereiro 06, 2005
How to dismantle an atomic bomb
Com cada vez mais países do mundo com capacidade nuclear, o novo álbum dos U2, How to Dismantle an Atomic Bomb, é um manual sobre como lidar com os inevitáveis conflitos nucleares futuros. As lições obvias sobre amor, fé e paz, não são novidade, de resto, Bono fez desses elementos, uma “bandeira” ao longo da sua carreira.
O primeiro tema do álbum, Vertigo foi a música que anunciou que a banda está de volta.
A música chama de imediato a atenção, por mostrar que a banda ainda é capaz de fazer grandes músicas rock, bem ao jeito de Beautiful Day e do álbum War.
A letra de Vertigo, mostra que a alegria e a perda de controle que o amor pode trazer, sendo que a música termina com "Your love is teaching me how, how to kneel…", fazendo alusão a um amor transcendental..
A faixa numero 2 do álbum traz-nos Miracle Drug, que faz lembrar os tempos de Joshua Tree. Neste tema, Bono fala sobre ter demasiado amor romântico, e de trocá-lo por um milagre.
Logo a seguir, chega-nos "Sometimes You Can't Make It On Your Own", música que nos fala sobre a atribulada relação de Bono com o seu pai. Os acordes da música refletem a emoção e a exortação da relação.
Depois vem "Love And Peace Or Else", cuja introdução à la Achtung Baby, soa muito bem, sobretudo se repetida diversas vezes e bem alto.
"City of Blinding Lights", começa com piano, que nos faz lembrar a intermitência das luzes da cidade. Esta é uma das músicas que deverá ganhar outra dimensão quando tocada ao vivo..a ver vamos como resulta o"Oh, you look so beautiful tonight”, cantado por milhares de pessoas..
Este é de facto um bom álbum, mas não é um album fantástico, longe disso, e os fãs vão concerteza exigir uma grande performance ao vivo para compensar..
Também é verdade que se vai gostando mais do álbum à medida que se vai ouvindo mais, mas os pontos fracos são algumas repetições ao longo do álbum, que refletem algo..será cansaço?
As próprias letras de Bono se mostram por vezes demasiado simples e muito agarrada a clichés..
Faltam também mais músicas “políticas”, o que se justifica pela morte do Pai de Bono, e que explica o porquê de Deus estar tão presente nas letras.
Apesar de tudo são os U2, vale bem a pena ouvir..e esperar pelo concerto de 14 de Agosto em Alvalade.
Moment of Zen
António Guterres dixit : "O grande drama da governação do PSD foi que destruiu a confiança em Portugal"
Hoje
Dia de derrota do Sporting na Madeira frente ao Marítimo, de resto por números bem expressivos, e aí está o Porto de novo na liderança da Superliga..
Por falar em super, hoje às 23h na Sporttv, temos a grande final da NFL, o Superbowl, um espectáculo que promete, e que vai ter no Half Time Show, uma actuação do Ex-Beatle Paul MacCartney..
Uma boa maneira de se abstrairem das cansativas e saturantes campanhas eleitorais.
A terminar, revelo uma inovação nO COLUNISTA - agora, para além do Pensamento do dia, vamos ter também o Moment of Zen (inspirado no Moment of Zen do já mítico Daily Show com Jon Stewart..
Soundtrack -> Humanos - Maria Albertina
Por falar em super, hoje às 23h na Sporttv, temos a grande final da NFL, o Superbowl, um espectáculo que promete, e que vai ter no Half Time Show, uma actuação do Ex-Beatle Paul MacCartney..
Uma boa maneira de se abstrairem das cansativas e saturantes campanhas eleitorais.
A terminar, revelo uma inovação nO COLUNISTA - agora, para além do Pensamento do dia, vamos ter também o Moment of Zen (inspirado no Moment of Zen do já mítico Daily Show com Jon Stewart..
Soundtrack -> Humanos - Maria Albertina
sexta-feira, fevereiro 04, 2005
José Couceiro: a escolha acertada
Costuma dizer-se que à terceira é de vez, e depois dos falhanços Del Neri e Fernandez, o Porto parece finalmente ter encontrado um sucessor à altura de Mourinho - José Couceiro.
É óbvio que é arriscado dizer-se que é um sucessor à altura, porque o treinador do Chelsea é de facto um "enorme" treinador, que percebe de futebol como ninguém.
Mas eu assumo esse risco, porque me parece um treinador de indubitável qualidade.
O que salta à vista da até agora curta carreira de Couceiro, é que ele é um treinador rigoroso, disciplinador, amante de um futebol pragmático, que assenta sobretudo em esquemas tácticos perfeitamente definidos, onde a pressão sobre o adversário que leva a bola é constante, e cujas equipas gostam de ter muita posse de bola.
Apesar de ter orientado Alverca e Setúbal(clubes de 2a linha), incutiu nas duas equipas uma mentalidade ofensiva(o que no caso do Alverca lhe criou dissabores, porque apesar de jogar bom futebol, a equipa desceu de divisão).
Mas não é só na disposiçao da equipa em campo que Couceiro se assemelha a Mourinho, também fora dele Couceiro é parecido - é um bom "condutor de homens", e é fundamentalmente disso que a equipa do Porto precisa nesta altura.
Pinto da Costa desta vez fez mesmo a escolha acertada, e estou convicto de que José Couceiro irá dar inúmeras alegrias aos portistas, e, embora seja injusto pedir-lhe já este ano a conquista do campeonato, não tenho grandes dúvidas que o irá ganhar..
quarta-feira, fevereiro 02, 2005
Dia Mau
Não quis guardá-lo para mim
E com a dimensão da dor
A legitimar o fim
Eu dei
Mas foi para mostrar
Não havendo amor de volta
Nada impede a fonte de secar
Mas tanto pior
E quem sou eu para te ensinar agora
A ver o lado claro de um dia mau
Eu sei
A tua vida foi
Marcada pela dor de não saber aonde dói
Vê bem
Não houve à luz do dia
Quem não tenha provado
O travo amargo da melancolia
E então rapaz,
Então porquê a raiva se a culpa não é minha
Serão efeitos secundários da poesia?
Mas para quê gastar o meu tempo
A ver se aperto a tua mão
Eu tenho andado a pensar em nós
Já que os teus pés não descolam do chão
Dizes que eu dou só por gostar
Pois vou dar-te a provar
O travo amargo da solidão!
É só mais um dia mau..
E com a dimensão da dor
A legitimar o fim
Eu dei
Mas foi para mostrar
Não havendo amor de volta
Nada impede a fonte de secar
Mas tanto pior
E quem sou eu para te ensinar agora
A ver o lado claro de um dia mau
Eu sei
A tua vida foi
Marcada pela dor de não saber aonde dói
Vê bem
Não houve à luz do dia
Quem não tenha provado
O travo amargo da melancolia
E então rapaz,
Então porquê a raiva se a culpa não é minha
Serão efeitos secundários da poesia?
Mas para quê gastar o meu tempo
A ver se aperto a tua mão
Eu tenho andado a pensar em nós
Já que os teus pés não descolam do chão
Dizes que eu dou só por gostar
Pois vou dar-te a provar
O travo amargo da solidão!
É só mais um dia mau..
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